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Abstinência Alcoólica E Dependência Química

A Síndrome de Abstinência Alcoólica corresponde às mudanças pelas quais corpo passa quando uma pessoa subitamente deixa de beber depois de usar álcool de forma intensa e prolongada. Em primeiro lugar, uso de drogas é ocorrência de todos os tempos e de todos os povos; em segundo lugar, essa idéia se depara com fato de que em qualquer país algumas drogas são permitidas e têm seu uso incentivado clinica de reabilitação, constituindo-se em importante fonte de rendimentos.

Esse uso deve ser instituído mais precocemente possível em um paciente com história de SAA grave no passado, em que se propõe abstinência, ou quando este se encontra em abstinência há menos de três dias e apresenta um quadro sintomatológico importante que justifique emprego dessa medicação.

Uma boa rede de suporte pode ser essencial para qualquer paciente sofrente desse tipo de sintomas, assegurando a pessoa de que essas alucinações são de natureza da retirada da medicação.

De acordo com dados do Ministério da Saúde CAPSad são CAPS exclusivos para pessoas usuárias de álcool e drogas, com atendimento diário a população com transtornos causados pela dependência de substâncias psicoativas (que alteram a personalidade).

Departamento de Dependência Química da Associação Brasileira de Psiquiatria optou por começar pela Síndrome de Abstinência do Álcool, pois considerou-se que é um assunto no qual na prática clínica ainda não existe uma homogeneidade de procedimentos aqui no Brasil, muito embora a literatura internacional aponte para uma quase unanimidade sobre que fazer e principalmente sobre que não fazer.

De acordo com a definição do CID-10, a síndrome de dependência do álcool (SDA) é caracterizada por sintomas fisiológicos, comportamentais e cognitivos, onde uso do álcool é prioridade na vida do individuo, assim, mesmo abandona, de forma progressiva, seus interesses diversos em favor do uso da bebida alcoólica.

Para se fazer diagnóstico de abstinência, é necessário que paciente tenha pelo menos diminuído volume de ingestão alcoólica, ou seja, mesmo não interrompendo completamente é possível surgir a abstinência.

Alcoolismo é considerado, na atualidade, um dos principais problemas de saúde pública em todo mundo. A Síndrome alcoólica fetal em mulheres grávidas afeta cerca de um terço dos bebês de mães dependentes do álcool.

Na gravidez, consumo de álcool pode causar a síndrome fetal alcoólica,que é uma alteração genética que provoca deformação física e retardo mental no feto. Vamos falar um pouco sobre transtorno do uso de álcool, alcoolismo da AKA e seus sintomas, e então vamos falar sobre sintomas de abstinência de álcool.

As pessoas que convivem com fumantes são chamados de fumantes passivos ” e estão suscetíveis a diversas doenças respiratórias e cardiovasculares A fumaça do cigarro exposta no ambiente depois de tragada é um cancerígeno do tipo A, mais perigoso, isso traz sérios riscos à saúde das pessoas que não são fumantes, mas convivem com um. Crianças que têm pais fumantes possuem mais chances de adquirirem algum tipo de doença respiratória.

Já com cinco dias de uso contínuo de 220 gramas de álcool os efeitos acima mencionados começam a se manifestar e continua a se aprofundar com a permanência do álcool.

As dificuldades em estabelecer um tratamento farmacológico mais eficaz para a SAA estão ligadas a um, ainda incompleto, entendimento do funcionamento dos neurotransmissores ligados à dependência e à síndrome de abstinência do álcool.

Em geral esse tipo de uso abusivo esta relacionado ao uso de outras drogas (Grahame – Smith, Aronson. Segundo a revista médica The Lancet”, dois bilhões de pessoas no mundo consomem álcool, das quais mais de 76 milhões têm problemas com esta substância.

Brasil ocupa terceiro lugar mundial no consumo e na produção das bebidas alcoólicas, sendo que a dependência alcoólica é uma doença que atinge homem em sua saúde mental, física e social.

Para além das questões explicitadas, ainda há a dificuldade em estabelecer um tratamento mais adequado a cada um desses pacientes dependentes, não somente ao álcool, mas também de outras substâncias psicoativas.

Apesar da literatura mencionar 1,3,6 que em doses moderadas é seguro consumo de etanol com alguns fármacos, CEMED recomenda a abstinência alcoólica no período de tratamento.

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